Teorias convergentes
– Pathwork, Visão integradora do Ser Humano, de Eva Pierrakos
– Constelação Sistêmica, de Bert Hellinger
– Teoria Geral de Sistemas (GST), de Ludwig von Bertalanffy
– A Teoria dos Campos Morfogenéticos, de Rupert Sheldrake
– A Fenomenología, de Edmund Husserl
– Física Quântica, de Max Planck e Fritjof Capra
– Teoria do cuidado, de Leonardo Boff e Bernardo Toro
– Visão Social dos Opressores e Oprimidos, de Paulo Freire

 

 

1.

Pathwork o olhar integrador do Ser Humano, de Eva Pierrakos

É um caminho de autoconhecimento e de transformação pessoal, cujo objetivo é reconhecer e dissolver, de maneira amorosa e compassiva, tudo o que obstrui o reconhecimento de quem verdadeiramente somos: a essência divina de nosso Ser.

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Pathwork significa em português, Trabalho do Caminho. O Caminho proposto aqui nos leva para dentro, numa viagem contínua de autodescobrimento. Passo a passo vamos reconhecendo níveis cada vez mais profundos de nosso ser para nos sintonizarmos finalmente com nossa essência original, nossa Verdade. Ao ativar a consciência maior que habita em cada um de nós, experimentamos cada vez mais paz, integridade, confiança, e um sentimento de estarmos profundamente conectados com o universo para desenvolvermos nosso propósito de vida.
As 258 Palestras do Pathwork nos brindam com conhecimentos e ferramentas que favorecem tanto o nosso crescimento pessoal, quanto a qualidade das relações interpessoais, o desenvolvimento e a compreensão de nossa espiritualidade.
O Pathwork concebe a experiência humana como uma viagem que realiza a alma com a finalidade de aprender e crescer; viver a partir da nossa essência.
Para saber em qual lugar desta viagem nos encontramos, basta observarmos nosso dia a dia, pois as condições externas de nossa vida – nossas relações, o maior ou menor grau de abundância, de saúde, de auto realização, etc. – são o espelho fiel de nosso estado interno.
Na medida em que vamos reconhecendo, aceitando e curando nossos conflitos internos, aumenta nossa experiência de auto realização, vitalidade e alegria: em conexão com algo Maior. É um programa para aprender e nos fortalecer com os desafios que a vida cotidiana nos traz e desenvolver nosso propósito de vida.
A auto responsabilidade e a aceitação de nós mesmos em nossa realidade temporal são os pilares básicos deste processo.
http://www.pathwork.org

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2.

Constelação Sistêmica, de Bert Hellinger

Das contribuições de Bert Hellinger, tomamos: sua compreensão sobre a consciência coletiva ou grupal que precede à consciência individual, e as leis sistêmicas que regulam os vínculos humanos e que ele denominou como As Ordens do Amor e As Ordens da Ajuda.

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Em seu largo caminho de vida, Hellinger começou a desenvolver uma teoria baseada na observação dos fenômenos de vínculo humanos.
“O método das Constelações traz uma perspectiva geralmente não estimada nas psicoterapias e na medicina, que reconhece a transmissão através das gerações, de conflitos, preocupações familiares e modos de se comportar, que derivam em ou determinam os problemas psicológicos atuais. Esta perspectiva hereditária é estritamente alheia à transmissão genética, mas tampouco se deixa explicar pela história de aprendizagem de cada um.”¹
Bert Hellinger traz com suas descobertas outra dimensão da inteligência que se conjuga num processo multidimensional: Inteligência Transgeracional. Esta inteligência se refere ao vínculo com os ancestrais, dos quais viemos, e conecta com a descendência também. Convivemos no presente com quatro gerações simultaneamente. E há emoções que viajam no tempo como patrimônio familiar, comunitário, social ou cultural.
Ele descreve a consciência coletiva grupal como “uma consciência que se opõe aos desejos pessoais, às intenções e ao que as pessoas pensam que, às vezes, têm o direito de fazer.”
A base de seu método terapêutico é o conjunto de princípios conhecidos como As Ordens do Amor. Estes princípios nos conectam com a força mais poderosa da natureza: o amor. Hellinger descobre que quando há ordem em um sistema, o amor flui.
As leis que configuram as Ordens do Amor são três:
O pertencimento: todos os membros de um sistema tem o mesmo direito de pertencer a ele. A exclusão é o que induz à desordem do sistema.
A hierarquia: cada membro da família ocupa um lugar relacionado à sua chegada ao sistema familiar. A desordem consiste em ocupar um lugar ou papel que desempenha uma pessoa no sistema familiar. A desordem consiste em ocupar um lugar ou papel que não lhe corresponde, isto é, tomar o lugar do outro.
O equilíbrio entre dar e receber: entre todos os membros de um sistema se dá uma dinâmica de intercâmbio. Recebem e dão para manter o equilíbrio dependendo de sua hierarquia, lugar ou função. A desordem é a falta de compensação pelo recebido.
Y. Alonso:(2005) “Las constelaciones familiares de Bert Hellinger: un procedimiento psicoterapéutico en busca de identidad”.
http://www2.hellinger.com/es/home/bert-hellinger/bert-hellinger/

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3.

Teoria Geral dos Sistemas (TGS) de Ludwig von Bertalanffy.

Parte da ideia de que um sistema é um conjunto de elementos em interação dinâmica em que o estado de cada elemento está determinado pelo estado de cada um dos demais que o configuram. A ideia central deste enfoque é a retro alimentação que explica que num sistema, o que ocorre a uma parte gera mudanças na totalidade.

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A TGS se nutre das contribuições da cibernética para explicar as dinâmicas que ocorrem nos sistemas.
Se estas mudanças mantém o sistema tal como está, se produz a homeostase que, no caso dos sistemas humanos, é um claro mecanismo que permite manter saúde e harmonia no sistema.
A TGS possui três leis que regulam os sistemas:
A totalidade: o todo é maior que a soma das partes.
A circularidade: a ideia de relação causa/efeito é substituída pela multiplicidade de causas e efeitos não linear, mas circular.
A equifinalidade: se pode chegar a uma meta a partir de pontos de partida diferentes.
Existem sistemas abertos ou fechados, conforme trocam energia e informação com o exterior.
Estes princípios podem ser transferidos de maneira igual para os âmbitos sociais, imaginando os sistemas como redes de relações nas quais cada nó é um membro do sistema.

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4.

A teoria de Campos Morfogenéticos, de Rupert Sheldrake

Sheldrake denomina de campo mórfico ou morfogenético, vínculo que permite a transmissão de informação entre organismos da mesma espécie sem utilizar efeitos especiais, como se existisse um vínculo que age instantaneamente num nível sub quântico fora do espaço e do tempo.

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“Morfo vem da palavra grega morphe, que significa forma.”
Os campos morfogenéticos são campos de forma; campos, padrões ou estruturas de ordem. Estes campos organizam não apenas os campos de organismos vivos como também de cristais e moléculas. Cada tipo de molécula, cada proteína, por exemplo, tem seu próprio campo mórfico – um campo de hemoglobina, um campo de insulina, etc. De maneira igual cada tipo de cristal, cada tipo de organismo, cada tipo de instinto ou padrão de comportamento tem seu campo mórfico.
Estes campos são os que ordenam a natureza. Existem muitos tipos de campos porque existem muitos tipos de coisas e padrões na natureza.
Um dos exemplos que expõe Sheldrake é o dos famosos macacos da ilha de Koshima, nas águas do Japão. Um grupo de cientistas alimentava estes macacos com batatas ou outros tubérculos sem lavar. Uma fêmea que respondia pelo nome de Imo, descobriu que lavando a batata no mar, além de perder a areia incômoda, esta ficava mais saborosa. Logo todos os macacos da ilha aprenderam o truque. Mas, e isto é estranho, todos os macacos do continente começaram a lavar seus tubérculos, apesar de ter sido evitado o contato dos macacos de Koshima com os do resto do país.
http://antropicos.blogspot.com.ar/2007/06/teora-de-los-campos-morfogenticos_16.html
http://www.sheldrake.org/

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5.

A Fenomenologia, de Edmund Husserl

Postula o poder se aproximar das coisas vendo o que elas são, isto é, nos aproxima do fenômeno sem pretender interpretá-lo nem julgá-lo. Para isso temos que nos desprender de qualquer pressuposto de interpretar com os quais compreendemos habitualmente e tratamos com as coisas.

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A fenomenologia é uma corrente filosófica nascida no começo do século XX. Não afasta nem despreza a realidade, mas quer compreendê-la tal como é e se parece, tal como se dá. Propõe que para descobrir essas verdades ideais, que sustentam toda a inteligibilidade teórica e prática, tem que mudar de atitude intelectual e, inclusive, vital. Também essas interpretações herdadas, contagiadas e amalgamadas de muitas maneiras devem ser postas entre parênteses. Somente assim se deixa que o fenômeno (a coisa que se dá) se mostre por si mesma. Para a fenomenologia é imperativo o cancelamento de teorias prévias sobre o contemplado. E em segundo lugar, como o que interessa é o que se mostra em si mesmo, sua essência, tem que deixar de lado todo aspecto que não pertença à dita essência.
Ao tomar distância relativa à realidade material e vital se ganha a esfera inteira do sentido; se descobre um novo mundo de sentido que inclui, como circulo concêntrico mais amplo, a dita realidade. “A redução fenomenológica não perde nada, mas ganha, transcende. Nem sequer perde de vista a atitude natural; somente que ao reinterpretá-la, já a modificou em sua própria essência. Uma atitude natural objetivada, conscientemente tal qual é até o final, já está ultrapassada, já está contemplada a partir de fora de si mesma.”
www.philosophica.info/voces/husserl/Husserl.html

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6.

A Física Quântica, de Max Planck e Fritjof Capra

A física quântica postula que o observador influi no objeto observado. Que não existem os observadores ilhados do universo mecânico, mas tudo participa em uma rede de energia interconectada que se manifesta no universo.

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Existem dois grupos de leis que regem o universo: as que explicam nossa realidade cotidiana – como as leis de Newton, a lei da gravidade e a de causa/efeito – e as da física quântica, descobertas mais recentemente. Estas últimas postulam que, quando observamos algo numa escala mais reduzida, no nível dos átomos, aparece um conjunto de leis diferentes que deu origem a um novo paradigma. Segundo o físico Fritjof Capra, “um paradigma é uma constelação de conceitos, percepções, noções sobre valores e práticas, compartilhadas por uma comunidade que formam o fundamento do entendimento particular da realidade. É um conceito sobre o qual uma sociedade se constitui e organiza a si mesma.” (1 )
A física quântica é orgânica e holística; mostra uma imagem do universo como um todo unificado cujas partes estão interconectadas por energia e influem umas sobre as outras.
O que talvez seja mais importante para o contexto em que estamos descrevendo a física quântica, é que esta tem diluído a cortante divisão cartesiana entre sujeito e objeto, entre observador e observado, que dominou a ciência durante quatrocentos anos.  Na nova física, o observador influi no objeto observado. Não existem os observadores ilhados do universo mecânico, mas tudo participa numa rede de energia interconectada que se manifesta no universo. Esta maneira de olhar, quântica, vai mudar a maneira com que criamos nossa realidade.
Planck, pai da física quântica, sustenta que toda matéria existe e tem sua origem em virtude de uma força, e que devemos pressupor que por detrás dessa força existe uma mente inteligente e consciente. Essa mente é a matriz de toda matéria. Tudo está sustentado por uma inteligência, uma matriz inteligente que alguns chamam de Deus.
_______________________________________________
Síntesis de dos definiciones de F. Capra en La trama de la vida y Wendezeit.

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7.

Teoria do cuidado, de Leonardo Boff e Bernardo Toro

“Sem cuidado o ser humano não vive nem sobrevive. Tudo precisa de cuidado para continuar a existir. Onde existe cuidado de uns para com os outros desaparece o medo, origem secreta de toda violência”. L. Boff

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o cuidado tem múltiplas dimensões: cuidar de si mesmo, dos próximos, dos que estão longe, dos estranhos, do planeta, da produção, do consumo. Segundo Boff, “o cuidado constitui a categoria central do novo paradigma de civilização que trata de emergir em todo o mundo. O cuidado assume a dupla função de prevenção de danos futuros e regeneração de danos passados.” [2]
Boff sustenta que o conjunto de valores de uma nova ética configura uma nova forma de ver o mundo, uma nova cosmovisão, a qual tem diversos elementos (distinções, julgamentos, emoções, posturas, etc.) que definem uma forma particular de estar-no-mundo, de ver a vida e de dar sentido ao que nos acontece e da qual derivam nossos padrões estáveis de comportamento e o modo de ser que nos caracteriza. Essa cosmovisão é nossa estrutura interna de coerência. Toda cosmovisão, como ordenadora da realidade que é, contêm um conjunto de valores que lhe dão coerência.
“Saber cuidar se constitui na aprendizagem fundamental dentro dos desafios de sobrevivência da espécie porque o cuidado não é uma opção: os seres humanos, aprendemos a cuidar ou perecemos.”
Todos nós somos observadores diferentes da realidade, mas guiados pelo projeto de tornar a dignidade humana possível para todos, podemos construir observações compartilhadas e coletivas através do diálogo e da resolução pacífica de conflitos. [3]
Os valores do novo paradigma são:
O cuidado: saber cuidar
A abundância: transações ganhar/ganhar.
A comensalidade: o acesso solidário ao alimento.
Esta nova ordem ética é o novo paradigma de civilização global para a sociedade civil, a empresa e o estado dentro de um mundo sem fronteiras. Estando em risco a sobrevivência da espécie, se diluem todas as discussões ideológicas, de fronteiras e nacionalidades.
[2]   Boff, Leonardo. El ethos que cuida.(2003). En www.lenardoboff.com/articulo
[3]   Adaptado de: Echeverría, Rafael (2003).Newfield Consulting, Weston. Ver también del mismo autor: Ontología del Lenguaje (1994), Dolmen. Santiago

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8.

Visão social sobre opressores e oprimidos, de Paulo Freire

De seu pensamento resgatamos sua visão social sobre opressores e oprimidos que sustenta que os oprimidos não são coisa que se resgata, mas sujeito que deve se auto configurar responsavelmente. Propôs uma pedagogia do e para o oprimido, uma cultura enraizada na riqueza das subculturas.

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A violência dos opressores, que os desumaniza também, não instaura outra vocação, aquela de ser menos. Como distorção de ser mais, o ser menos conduz os oprimidos, cedo ou tarde, a lutar contra quem os diminuiu. Luta que somente tem sentido quando os oprimidos, buscando a recuperação de sua humanidade que se torna uma forma de criá-la, não se sentem idealmente opressores dos opressores, mas sim restauradores da humanidade de ambos. Aí está a grande tarefa humana e histórica dos oprimidos: libertar-se de si mesmos e libertar os opressores. Estes, que oprimem, exploram e violentam em razão de seu poder, não podem ter em tal poder a força de libertação dos oprimidos nem de si mesmos. Somente o poder que renasce da debilidade dos oprimidos será suficientemente forte para libertar a ambos. É por isso que o poder dos opressores, quando pretende se suavizar diante da debilidade dos oprimidos, não se expressa apenas, quase sempre, numa falsa generosidade, mas que jamais a supera. Os opressores, falsamente generosos, tem necessidade que a situação de injustiça permaneça para que sua “generosidade” continue tendo a possibilidade de se realizar. A “ordem” social injusta é a fonte geradora permanente dessa “generosidade” que se nutre da morte, do desalento e da miséria.
….. A generosidade somente se entende na luta para que essas mãos, sejam de homens ou de povos, se estendam cada vez menos em gestos de súplica. Súplica de humildes a poderosos. E que se tornem assim cada vez mais mãos humanas que trabalhem e transformem o mundo. Este ensinamento e aprendizagem têm que partir, sem dúvida “dos condenados da terra”, dos oprimidos, dos desamparados do mundo e dos que com eles se solidarizem realmente. Lutando pela restauração de sua humanidade, estarão, sejam homens ou povos, tentando a restauração da verdade.

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Programa

Focando nossa tarefa*
Uma aprendizagem teórico-vivencial de desenvolvimento pessoal e coletivo


Módulo 1

De onde vem a força?
Uma nova maneira de olhar

Objetivo: compreender o alcance dos ME – a percepção sistêmica e o olhar fenomenológico. Reconhecer de onde vem minha força e de onde vem a dos de outros.
O que é um sistema? Princípios básicos e funcionamento
As diferentes lentes através das quais nós olhamos, nos aproximamos do outro e da vida: o olhar fenomenológico; Princípios da Física Quântica
O que é que realmente nos move? Consciência pessoal, sistêmica, a famîlia, Espírito/Mente
Me apropriar da minha força: tomar os pais
Quem pertence a um sistema: inclusão e exclusão
Ordem e desordem em um sistema e suas consequências.
Atitude interna: ver o outro com sua força. Ordem da ajuda: de quem é a necessidade?

 

 

Módulo 2

Desenvolver um relacionamento saudável com o nosso observador interno e o centro vazio

Objetivo: A vida pode ser percebida como uma força benigna.
Função do ego em relação ao Ser Real
Desenvolver um observador saudável
Os múltiplos “eus” que me habitam
Recuperar energia de situações não resolvidas no passado A riqueza do centro vazio.
Atitude interna: com que olhos eu olho para mim?
Ordem da ajuda: Quem foi mais fortalecido depois da minha intervenção?

 

 

Módulo 3

Da consciência do “eu” para a consciência do “Nós”

Objetivo: reconhecer meus dons e fortalezas a serviço do espírito colaborativo.

O que possibilita e o que limita o espírito colaborativo
Como eu reconheço os meus dons a partir do outro Reconhecer a minha grandeza e a dos outros
Desgaste pessoal e laboral. Síndrome de “burn out” no trabalho Limites saudáveis
O tecido amoroso que nos sustenta.
Atitude interna: a serviço do que está a minha tarefa?
Ordem da ajuda: Não posso esperar receber o que o outro não tem para me dar, nem tomar o que eu não preciso.

 

Referencial Teórico de Aprofundamento

– Pathwork, a Visão Integradora do Ser Humano

– Constelações, de Bert Hellinger

– Teoria Geral de Sistemas (GST), de Ludwig von Bertalanffy

– A Teoria dos Campos Morfogenéticos, de Rupert Sheldrake

– A Fenomenologia, de Edmund Husserl
- Física Quântica, de Fritjof Capra

– Teoria do Cuidado, de Leonardo Boff e Bernardo Toro

– Visão Social dos Opressores e Oprimidos, de Paulo Freire

 

 

 

 

Coordenação:

Claudia Boatti, criadora dos Movimentos Essenciais, treinadora de formadores de Pathwotrk e Constelações Sistêmicas Familiares e Organizacionais.
Renate Müller, psicóloga CRP/RS 07/08944, bacharel em Comunicação Social pela PUC/RS, Helper de Pathwork e Consteladora Sistêmica e Organizacional

 

 

 

Modalidades da capacitação anual
A capacitação é constituída de 3 módulos:

-Quinta-feira, Sexta e Sábado – das 9hs às 18hs

-Domingo – das 9h às 14h

 

Entre um módulo e outro deverá ser realizado um trabalho de campo (10 horas). Cada módulo inclui uma o cina/ workshop aberto ao público (4 horas).
A carga horária da capacitação é de 87 horas mais 30 horas de trabalho de campo, totalizando 117 horas. Certi cação: para obter a certi cação é necessária a participação de 85% da capacitação e ter entregue todos os trabalho de campo.

 

Valor: Rs 1.200 – por módulo
O valor deverá estar quitado no inicio de cada módulo. As representantes de organizações sociais que querem participar e apresentarem algum impedimento pode falar com a coordenação local.

 

 

*Declarada de interesse Municipal (decreto Num 808 2013/14 Num 652 2014/15 e Num 703 2015/16) pelo trabalho desenvolvido na Secretaria de “Infancia, Adolescencia y Familia” do Municipio de San Isidro, Provincia de Buenos Aires, Argentina.